Quarta-feira, Novembro 04, 2009

Do I groove you

Do I move you, are you willin’
Do I groove you, is it thrillin’
Do I soothe you, tell the truth now
Do I move you, are you loose now

Are you ready for this action
Does it give you satisfaction
Are you hip to what I’m sayin’
If you are then let’s start swayin’

When I touch you do you quiver
Form your head down to your liver
It you like it let me know it
Don’t be psychic or you’ll blow it
The answer better be
That pleases me

Terça-feira, Novembro 03, 2009

Got my mouth, I got my smile

I ain't got no home, ain't got no shoes
Ain't got no money, ain't got no class
Ain't got no skirts, ain't got no sweater
Ain't got no perfume, ain't got no beer
Ain't got no man

Ain't got no mother, ain't got no culture
Ain't got no friends, ain't got no schooling
Ain't got no love, ain't got no name
Ain't got no ticket, ain't got no token
Ain't got no God

na pista do optimismo, ouvir, em repeat, como continua esta história.
cantada pela senhora eleita companheira lírica nos dias que passam.

Terça-feira, Outubro 27, 2009

Wandering


Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Fundamentalismo Islâmico

nem sei bem por onde começar. nem sei porque me apetece escrever sobre isto (sobre a minha reconciliação emocional comigo mesma) quando tenho tido ideias tão interessantes sobre a recente polémica em torno do livro de saramago em contraste com o pacífico acolhimento da tese de josé rodrigues dos santos sobre o fundamentalismo islâmico. mas não é a genialidade do primeiro nem a clareza do segundo que me tem ajudado a suportar os dias e, até, a senti-los como bonitos.
tenho pensado no que se passa. e não porque precise de analisar o processo em todos os seus pormenores, ou de me auto-justificar, ou de pensar para perceber porque estou contigo. desta vez compreendi tudo desde o início porque não precisei de compreender nada. estava a acontecer, um reboliço de sensações, borboletas e xilofones quando te via e te falava desajeitadamente e tão pouco quanto possível para não sofrer uma apoplexia. (oh, como são deliciosos e literários estes termos antiquados!) era só na minha cabeça e não precisava de mais nada para ser qualquer coisa. e fazia comichão e até arranhava, mas mesmo nesta altura era reconfortante porque me fazia recuar muitos anos no tempo, até àquela adolescência em que as paixões são coisas divertidas, sem porquês e sem talvez.

Domingo, Outubro 18, 2009

Quinta-feira, Outubro 15, 2009

Moleskine

nunca tive um moleskine. arriscar-me-ia a dizer que também nunca empreendi peregrinação ou projecto que merecesse relato num desses cadernos de capa preta rija tornados caríssimos pela força do marketing de terem sido usados por vários ídolos literários. para tudo há um momento certo, e o momento certo para o meu primeiro moleskine avizinha-se com a minha primeira viagem transcontinental. quero um A5 pautado, como convém aos diários de bordo.
tem graça, também estou quase a fazer anos, e a quem não fica bem oferecer um moleskine? é uma prenda chique e deixa sempre quem a recebe contente, mesmo que nunca venha a escrever lá nada de jeito. não será o caso.

Quarta-feira, Outubro 14, 2009

Sobre o Tejo